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Foram entrando um a um. Trazem fé uns, outros fezes. Mal passam a porta são criaturas naturais do habitat. Respirações dissonantes, cavas, de pulmão cheio, ou lestas, afogueadas, varrimento panorâmico de saudações, palmas que batem no ar, amizades a polirem-se, a engalanarem-se para ficar com as frases do habitual ou mais tontas, pés arrastando-se, passada larga, passarinhada, botifarras e saltos agulha, em fundo retinente de cristais entrechocando, talheres rebuscando pratos, frases que se perdem no ar, sussurros atapetados, lengalenga de carpideira, ambulâncias riscando as montras, a cidade viva a penetrar pelo entreabrir das portas, pedidos repetidos em vogais abertas e cantadas como lotaria, para postigos que entornam da cozinha o som das carnes batidas e do óleo estaladiço nas frigideiras escaldantes.
O texto integral vive na garrafa e no livro da edição. Aqui fica o rótulo, o autor e o lugar desta história dentro do cadáver.
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